A direção do Programa Gulbenkian de Ajuda ao Desenvolvimento revelou que o número de candidatos superou todas as expectativas.
A organização pedia profissionais em situação de reforma ou
pré-reforma dispostos a realizarem missões de voluntariado em Países
Africanos de Língua Oficial Portuguesa. Muitos candidatos têm mais de 65
anos, ou mesmo mais de 70.
As 364 inscrições vão, agora, ser analisadas pelo júri. As áreas com
maior falta de profissionais são a educação, saúde e artes. Contudo, as
missões terão a duração máxima de dois meses para evitar que ponham em
causa o emprego jovem nos países apoiados.
A colaboração permanente com instituições locais é outro dos pontos
fortes do programa. A ideia é encontrar o "par ideal" entre as
organizações e os profissionais, que serão incluídos numa bolsa de
voluntariado qualificado.
Os primeiros candidatos deverão partir em missão em agosto ou setembro deste ano.