Ligação estreita às universidades é o grande trunfo da consultora
Deloitte no momento de detetar e recrutar novos talentos para sua
equipa. Todos os anos, a empresa abre as portas a largas dezenas de
recém-licenciados, numa política que é de total integração, logo desde o
início.
Exigente,
rigoroso e pensado ao pormenor de modo a captar e atrair os melhores
talentos. Assim se alinham todos os programas de recrutamento realizados
na consultora Deloitte, seja a meta contratar jovens analistas ou
perfis mais seniores e com sólida experiência profissional. Este ano não
é exceção. A empresa prepara a integração de 200 jovens
recém-licenciados que, depois de um processo de triagem e acolhimento
integrarão a empresa já em setembro, altura.
Na Deloitte os processos de recrutamento são permanentes. A equipa que gere a área de Recrutamento, liderada por Gonçalo Simões, partner da Deloitte, tem um núcleo que está todo o ano em permanente contacto com as principais universidades do país, procurando detetar os melhores, mas aceita candidaturas voluntárias. Em paralelo aos processos de integração de perfis júniores, recém-licenciados, decorrem igualmente o recrutamento de profissionais experientes, com sólidos conhecimentos do mercado, contratados em função das necessidades da empresa e dos projetos em que está envolvida. “No ano passado integrámos cerca de 80 profissionais seniores a média anual tem sido essa”, explica Gonçalo Simões. Na integração de jovens profissionais, a empresa concentra a entrada de novos quadros em janeiro e setembro. Um modelo encontrado de modo a possibilitar uma melhor gestão do esforço formativo inicial da empresa junto dos novos colaboradores.
Segundo Gonçalo Simões, a Deloitte não recruta só em Portugal e para Portugal. “Pela proximidade existente entre a Deloitte Portugal e Angola, estamos muito atentos a profissionais angolanos, formados nas melhores universidades angolanas, ou muitos deles em universidades portuguesas, que tenham a ambição de seguir uma carreira profissional de referência”, explica o partner adiantando que “no escritório de Angola temos integrado cerca de 40 novos analistas todos os anos”.
Com novas contratações a decorrer, o perfil dos candidatos a recrutar varia consoante os projetos específicos em que a Deloitte está envolvida. A empresa tem uma política de contratação que privilegia a integração dos candidatos nos quadros da empresa e Gonçalo Simões reforça que “embora sejamos reconhecidos como um dos maiores recrutadores de serviços profissionais, o nosso negócio é suportado por diversas equipas especializadas. Em termos práticos, os candidatos são integrados em pequenas equipas face às necessidades e perfil dos projetos”. Um grau de personalização e especialização que leva o responsável a apostar em “contratações que sejam estáveis e permitam aprofundar, pela experiência e formação, a adequação do candidato à equipa onde é integrado”, explica.
O processo que agora decorre selecionará profissionais para reforçar as equipas de Auditoria, Consultoria, Consultoria Fiscal, Corporate Finance e Business Process Solutions, sendo que as duas primeiras são as áreas com maior expressão.
“A perspetiva da Deloitte é encontrar os melhores talentos, independentemente da sua formação académica”, adianta o partner que esclarece: “temos integrado quadros das mais variadas áreas, sendo que pelas cracterísticas da nossa atividade os cursos que mais nos procuram são Gestão, Economia, Finanças, Direito e Engenharias, sejam licenciados ou mestres”.
Gonçalo Simões explica que quando a Deloitte recebe um candidato, procura valorizam além do seu percurso académico, o currículo pessoal, atividades que desenvolve, gostos, preferências pessoais e a forma como encara o dia-a-dia. “Queremos pessoas com visão, pragmáticas e persistentes e que mostrem, naturalmente, um genuíno interesse por uma carreira na Deloitte”, esclarece. Valores como a integridade, compromisso, dedicação e focalização são igualmente valorizados, bem como a vontade de evoluir profissionalmente.
A par com os programas de recrutamento que habitualmente tem a decorrer, a Deloitte aceito o desafio de desenvolver um projeto-piloto promovido pela Fundação Calouste Gulbenkian, COTEC e Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP), com o objetivo de promoção do emprego. “Ao abrigo deste projeto serão oferecidos cerca de 40 estágios profissionais (o número pode ainda aumentar) a jovens licenciados, mestres ou doutores, com o objetivo de construir para estes uma oportunidade qualificante”, salienta Gonçalo Simões.
Na Deloitte os processos de recrutamento são permanentes. A equipa que gere a área de Recrutamento, liderada por Gonçalo Simões, partner da Deloitte, tem um núcleo que está todo o ano em permanente contacto com as principais universidades do país, procurando detetar os melhores, mas aceita candidaturas voluntárias. Em paralelo aos processos de integração de perfis júniores, recém-licenciados, decorrem igualmente o recrutamento de profissionais experientes, com sólidos conhecimentos do mercado, contratados em função das necessidades da empresa e dos projetos em que está envolvida. “No ano passado integrámos cerca de 80 profissionais seniores a média anual tem sido essa”, explica Gonçalo Simões. Na integração de jovens profissionais, a empresa concentra a entrada de novos quadros em janeiro e setembro. Um modelo encontrado de modo a possibilitar uma melhor gestão do esforço formativo inicial da empresa junto dos novos colaboradores.
Segundo Gonçalo Simões, a Deloitte não recruta só em Portugal e para Portugal. “Pela proximidade existente entre a Deloitte Portugal e Angola, estamos muito atentos a profissionais angolanos, formados nas melhores universidades angolanas, ou muitos deles em universidades portuguesas, que tenham a ambição de seguir uma carreira profissional de referência”, explica o partner adiantando que “no escritório de Angola temos integrado cerca de 40 novos analistas todos os anos”.
Com novas contratações a decorrer, o perfil dos candidatos a recrutar varia consoante os projetos específicos em que a Deloitte está envolvida. A empresa tem uma política de contratação que privilegia a integração dos candidatos nos quadros da empresa e Gonçalo Simões reforça que “embora sejamos reconhecidos como um dos maiores recrutadores de serviços profissionais, o nosso negócio é suportado por diversas equipas especializadas. Em termos práticos, os candidatos são integrados em pequenas equipas face às necessidades e perfil dos projetos”. Um grau de personalização e especialização que leva o responsável a apostar em “contratações que sejam estáveis e permitam aprofundar, pela experiência e formação, a adequação do candidato à equipa onde é integrado”, explica.
O processo que agora decorre selecionará profissionais para reforçar as equipas de Auditoria, Consultoria, Consultoria Fiscal, Corporate Finance e Business Process Solutions, sendo que as duas primeiras são as áreas com maior expressão.
“A perspetiva da Deloitte é encontrar os melhores talentos, independentemente da sua formação académica”, adianta o partner que esclarece: “temos integrado quadros das mais variadas áreas, sendo que pelas cracterísticas da nossa atividade os cursos que mais nos procuram são Gestão, Economia, Finanças, Direito e Engenharias, sejam licenciados ou mestres”.
Gonçalo Simões explica que quando a Deloitte recebe um candidato, procura valorizam além do seu percurso académico, o currículo pessoal, atividades que desenvolve, gostos, preferências pessoais e a forma como encara o dia-a-dia. “Queremos pessoas com visão, pragmáticas e persistentes e que mostrem, naturalmente, um genuíno interesse por uma carreira na Deloitte”, esclarece. Valores como a integridade, compromisso, dedicação e focalização são igualmente valorizados, bem como a vontade de evoluir profissionalmente.
A par com os programas de recrutamento que habitualmente tem a decorrer, a Deloitte aceito o desafio de desenvolver um projeto-piloto promovido pela Fundação Calouste Gulbenkian, COTEC e Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP), com o objetivo de promoção do emprego. “Ao abrigo deste projeto serão oferecidos cerca de 40 estágios profissionais (o número pode ainda aumentar) a jovens licenciados, mestres ou doutores, com o objetivo de construir para estes uma oportunidade qualificante”, salienta Gonçalo Simões.