O jornal The New York Times entrevistou o fotógrafo João Silva e
publicou um artigo com destaque para a exposição dos primeiros 20 anos
de trabalho deste português. A mostra está patente, durante esta semana,
no Visa Pour L'Image Festival, em Perpignan, França.
A exposição exibe os trabalhos do fotógrafo português entre os anos de 1990 e 2010 e ilustra o seu percurso profissional, que inclui a perda das duas pernas numa mina de bombas, em 2010, no Afeganistão.
"Passei meses e meses, enquanto recuperava de cirurgias, a olhar para os meus negativos e a ver todo o meu trabalho. É toda uma outra perspetiva, porque, obviamente, uma pessoa muda muito nos últimos anos", conta o fotógrafo ao jornalista James Estrin.
Com residência na África do Sul, João Silva é fotógrafo correspondente do The New York Times e responsável, por exemplo, pelo registo em imagens dos tumultos que ocorreram em Zamdela, em Janeiro, e do aniversário do massacre dos mineiros de Marikana, em Agosto.
A exposição exibe os trabalhos do fotógrafo português entre os anos de 1990 e 2010 e ilustra o seu percurso profissional, que inclui a perda das duas pernas numa mina de bombas, em 2010, no Afeganistão.
"Passei meses e meses, enquanto recuperava de cirurgias, a olhar para os meus negativos e a ver todo o meu trabalho. É toda uma outra perspetiva, porque, obviamente, uma pessoa muda muito nos últimos anos", conta o fotógrafo ao jornalista James Estrin.
Com residência na África do Sul, João Silva é fotógrafo correspondente do The New York Times e responsável, por exemplo, pelo registo em imagens dos tumultos que ocorreram em Zamdela, em Janeiro, e do aniversário do massacre dos mineiros de Marikana, em Agosto.