Há pessoas raras. Que levam as suas paixões até ao fim. É o caso de Inês
Ramos. 48 anos. Designer gráfica. E militante da poesia e da banda
desenhada. Pelas suas mãos nasceu, na sociedade Guilherme Cossoul,
Lisboa, uma feira do livro que todos os sábados enche o espaço com
poemas e desenhos (e que tem também uma banca com livros grátis que
qualquer pessoa pode levar para casa!).
por Patrícia Maia
Todos os sábados, entre as 10h e as 19h, o palácio da Guilherme Cossoul, junto ao Arco do Carvalhão, transforma-se num mundo literário (e por enquanto ainda bastante secreto) recheado de livros que vivem à margem das grandes superfícies: obras em primeira e segunda mão, peças raras de alfarrabista, livros de artista, edições de autor, fanzines, revistas literárias, livros que cruzam a ilustração, a poesia e banda desenhada.
Esta Feira do Livro de Poesia e Banda Desenhada, agora, acontece em Lisboa. Mas tudo começou há cerca de dois anos, a muitos quilómetros de distância de Portugal. No final de 2010, Inês Ramos aterrou na cidade da Praia, Cabo Verde, onde esteve a trabalhar como designer gráfica. Mal chegou ao arquipélago pôs-se à procura de livros e poesia mas a busca foi pouco animadora.
por Patrícia Maia
Todos os sábados, entre as 10h e as 19h, o palácio da Guilherme Cossoul, junto ao Arco do Carvalhão, transforma-se num mundo literário (e por enquanto ainda bastante secreto) recheado de livros que vivem à margem das grandes superfícies: obras em primeira e segunda mão, peças raras de alfarrabista, livros de artista, edições de autor, fanzines, revistas literárias, livros que cruzam a ilustração, a poesia e banda desenhada.
Esta Feira do Livro de Poesia e Banda Desenhada, agora, acontece em Lisboa. Mas tudo começou há cerca de dois anos, a muitos quilómetros de distância de Portugal. No final de 2010, Inês Ramos aterrou na cidade da Praia, Cabo Verde, onde esteve a trabalhar como designer gráfica. Mal chegou ao arquipélago pôs-se à procura de livros e poesia mas a busca foi pouco animadora.